Archive for janeiro \21\UTC 2008

Rodrigão local na Dominicana…

21/01/2008

No dia 08, primeiro dia de República Dominicana, cheguei ao aeroporto de Santo Domingo já amigo de uma família de Mineiros que estava indo visitar uma irmã que trabalha aqui. Ah, além de um engenheiro da Odebrecht que vive aqui há cinco anos, entre outras histórias de vida que conheci entre salas de embarque, vôos, free shops, etc. Sim, sou Jornalista e, por conseqüência, um chato nato. Sento do lado, converso, pergunto, falo, entrevisto. E sim, é verdade, me misturo fácil!

Bom, cheguei no aeroporto lá pelas 15h e no hotel lá pelas 16:00h. Aí tu me pergunta: É tão longe assim? E eu respondo, NÃO!!! Mas então pq eu demorei tanto? Pq fiquei, no caminho, amigo do motora e aí, claro, paramos algumas vezes para fazer compras. A cerveja aqui chama Presidente. (Armazena na memória aí, você vai ouvir falar muitas vezes dessa cerveja por aqui) Então, em meio ao trânsito conturbado (e leia-se mega, ultra, hiper, super conturbado) da capital Dominicana, tomamos várias.

Nesse pique, fique de swell pleno, já que não comia nada consistente havia muuuuuiiiitas horas. Só larguei as minhas coisas no “hotel” (não se pode chamar aquilo de hotel, mas depois eu conto isso) e fui, com meu motora e novo amigo, pra um Bar local. Mas era um daqueles bem locais mesmo, música muito alta, cerveja barata e Merengue, muito Merengue para dançar. Ele dava risada do jeito e das coisas que eu falava, até ligou e chamou um amigo de infância pra lá, segundo o convite dele por telefone: “Para conocer el Brasileño” – a essa altura, minha única identificação.

Dali, mais tarde, saímos para um “billar” (aqui diz-se bijar) e que nada mais é do que um bilhar mesmo. Muitas mesas de bilhar, quase todas vazias, música muito alta também e a galera jogando dominó. Sério… Jogam muito dominó aqui na República Dominicana. Em todos os lugares tem gente jogando dominó… Na praia, na cidade, nos bares… Eles têm até uma mesinha especial, com furos pros copos de ceva, que eles estão seeeemmmpre tomando e tudo mais.

Os amigos dos caras jogavam Dominó e a garçonete do bagulho me tirou pra dançar e se jogou pra cima de mim dum jeito que até pareciam as funcionárias do homônimo Portoalegrense, mas eu me mantive na tranqüila. Depois senti que era “broma” dos caras com ela, só pra me deixar sem jeito e tals… são umas figuras eles, arriados como nós os brasileiros. E a neguinha pediu até desculpas… Gente boa a galera.

Bem, na saída do bilhar comemos uma espécie de “xis do speed” deles. Sim, era tão bom quanto e tão sujo também. Mas não era tão grande e custava o triplo do preço. Dali, já meio tchuco, fui pro meu “Hotel”… Mas isso merece um capítulo especial… amanhã eu publico.

Anúncios

Chegando na Dominicana. RD para os íntimos!

16/01/2008

Bem, para chegar na República Dominicana, saí do Brasil 4:10h da matina da terça-feira, dia 08/02/2008. Voei por sete horas até o Panamá, esperei outras quatro horas pelo vôo de conexão e encarei mais três horas até a capital dos Dominicanos, Santo Domingo. Aliás, que merda é voar três horas sobre uma imensidão de águas. Tudo bem que se eu caísse ali, morreria em águas cristalinas do belo mar do caribe, mas que se foda a elegância do lugar! Eu queria mesmo era chegar logo e colocar o pé no chão.

Ah, outra coisa – principalmente vocês, meus sobrinhos – nunca matem aula de geografia. Em pleno vôo eu comecei a tentar me lembrar onde ficava a porra do triângulo das bermudas e não lembrava por nada. O que me fazia crer que podia ser exatamente ali onde eu estava passando. Isso dava um friozinho na barriga. Comecei a me lembrar do Lost, do gordinho dos números, do dotorzão sabe tudo, do velho que voltou a andar, e ficava pensando o que um técnico em telecom, estudante de Jornalismo, teria de bom para construir um bom personagem no seriado e essas coisas todas… no fundo eu achava que já tinha sumido do mapa, sido abduzido, ou sei lá o quê… mas pra azar de vocês, não. E cá estou, feliz e sorridente!

Problemas? Alguém aí perguntou por problemas? Pois sim, acertou. Aliás, pobres são uma espécie de ímã para problemas! E meus problemas começaram no vôo do RJ para o Panamá. Como assim “que problemas”, caras pálidas? Quando você tem 1,90m e precisa dormir/ficar sentado por sete horas numa poltrona de avião, mais especificamente na poltrona do meio, entre duas véias gordas, você já está com um grande problema. Tão grande quanto as minhas pernas de saracura do banhado.

Mas não se finda por aí… quem me dera fosse! Eu desembarquei em Santo Domingo e cadê minha mala? Na verdade a mala é do meu irmão mais velho, o Léo, mas o conteúdo todo é meu, claro. E nada dela aparecer na esteira… Até que de repente lá vem algo… meio disforme, é verdade. Meio quebrada, meio diferente, toda troncha e avariada, mas lá vem ela. Puta que me pariu, pensei eu! Vou reclamar aqui nessa porra agora mesmo.

Locupletei o meu coraçãozinho saudoso de convicções e fui procurar informações de como reclamar oficialmente. Parêntese: Vocês lembram das histórias em quadrinhos onde aparecia escrito “minutos depois…” para quando havia se passado muito tempo? Pois é… depois de muito tempo esperando o funcionário da companhia aérea que viria atender aos “reclamos”, como dizia na placa. Esperavam por ele algo assim como uns 8 passageiros. Mas lembrei que o motorista do hotel – que foi me buscar no aeroporto – poderia pensar que eu não havia chegado no tal vôo e desistir de me esperar.

Então, antes que ficasse sem transporte, quem desistiu de esperar fui eu. Peguei minha mala toda estoporada e me fui ao saguão. De longe, no meio da multidão de gente, vejo um cartaz: “Rodrigo Oliveira, hotel Delta”
Bom, vocês devem estar pensando que os meus problemas acabaram, certo? Não, claro que não! Mas o resto eu conto amanhã… agora já é tarde e o texto está muito longo.

Beijos quentes e sentimentos transparentes como as águas do Caribe para todos!

Mar à vista…

15/01/2008

Depois de ter que esquecer o dedo na campainha da Anvisa e ouvir os xingamentos da funcionária – quando a mesma se dignou a me atender – ela finalmente trocou a carteira. A essa altura eu já não sabia mais quem seria o próximo a me xingar… Sério, só vocês vendo… Todo mundo me mijava um pouco. E pior, eu é que estava com a razão, e me mijavam. Ainda bem que sou de paz. Entrava por um ouvido e saía por outro.

Volto para o apartamento de Copa e, por telefone, consigo remarcar meu vôo para a terça-feira. A essa altura o Douglas e o Adriano&Rivana já estavam voltando pra Porto Alegre. Menos mal que a Camila ainda estava lá, o vôo dela seria só de noite. Saímos procurando um lugar pra eu passar a noite e achamos um albergue em Copa, bem pertinho do apê. Parecia que tudo estava se ajeitando.

A tardinha a Camila se foi ao aeroporto e essa hora foi foda… fiquei sozinho naquela terra e me quedé muy triste. Mas tudo passou bem e consegui, na segunda, falar com o Paulo Nunes (um amigo que está morando no RJ), que me buscou no albergue e levou ao aeroporto, só que dessa vez em tempo de embarcar.

Aqui começa minha viagem à República Dominicana. Já tenho histórias muito loucas e fotos incríveis! Aguardem as cenas dos próximos capítulos… até lá!

Lá vai o avião…

15/01/2008

Sábado, fomos ao Pepê, na Barra. Já na van, conhecemos um casal de viadinhos paulistas que também estavam indo pra lá. Conversamos com as bibas no caminho e na chegada/caminhada até a praia, mas eles ficaram pelo caminho. Tivemos o melhor dia de praia no RJ, creio eu. E só voltamos para Copacabana a noitinha. Era hora de arrumar tudo, já que na madrugada de domingo o manéh aqui tinha que ir pro aeroporto. Estava com o coração partido por estar deixando a Camila no Brasil e pelas incertezas que ainda tinha quanto a minha ida para a República Dominicana. Mas o barbudão lá de cima haveria de saber como cuidar de mim… (E agora posso dizer, está sabendo mesmo!)

Chego no Galeão uma hora antes do vôo e, idiota, não tinha me ligado que para vôos internacionais, precisava chegar duas horas antes. Resultado, a atendente da companhia aérea me encheu de desaforos e mandou que eu reclamasse com o papa, se fosse preciso, mas que ali eu não embarcaria.

E não embarquei. Perdi o vôo.
Frase dela: “Nem se eu tivesse boa vontade eu embarcaria o Senhor”. (ainda meteu um “senhor” no fim da frase, a puta!).

Perdido e apavorado no Aeroporto, às 3h da manhã, resolvo aproveitar o tempo (teria que esperar um ônibus, que só sairia às 6:00h, de volta para Copacabana) e ir até a Anvisa. A Anvisa é o órgão onde eu deveria trocar a minha carteira de vacinação nacional pela internacional. Depois de atravessar o aeroporto inteiro, meu Deus, que aeroporto gigante… chego na tal Anvisa.

Detalhe… eu tinha ligado duas vezes perguntando o horário de funcionamento e tudo mais. Chego lá e??? Portas chaveadas! Não acredito…

Isso que eu já havia esquecido a minha carteirinha nacional de vacinação (de apresentação indispensável para fazer a troca) em Porto Alegre. Ainda bem que já tinha me ligado antes e tratado de pedir a uma colega – aliás, obrigado Fabí – para mandar a miserável da carteira por Sedex pra mim…

El desfecho…

15/01/2008

 No dia seguinte acordamos e fomos, cedo, ao Maracanã. Um bom passeio, simbólico e tals, mas nem se compara aos anteriores. Voltamos pra Copa e encaramos um banho de mar renovador. Comemos uma salada, aliás eu tava virado num viadinho, só na saladinha havia dias. Se meu pai visse, ia se envergonhar de mim. Não me embebedei nenhuma vez e comi, várias vezes, só salada. Uma bichona, Doutor – como diria o Severino. Voltamos pra casa correndo, já que o Douglas, detalhista como é, havia marcado a partida rumo a Mangaratiba para as 15:13h.

No minuto combinado, estávamos prontos. Na frente do prédio. Tudo tão certo que parecia ensaiado e nem parecia eu. Encaramos a estrada, então. Eu, vindo do interior do interior de Guaíba, um guri que foi usar cueca pela primeira vez aos onze anos de idade. E que teve o primeiro “havaianas” feito de lona de pneu de caminhão amarrado com arame, estava dirigindo em plena Av. Brasil, no Rio de Janeiro. É o homem do campo superando os limites urbanos. Hehehehe…

Chegamos a Itacuruça, êta nominho estranho, né? Trata-se de uma praia do município de Mangaratiba. Show o lugar. Demos uma passadinha na praia e tomamos um ótimo banho, apesar das gurias ficarem com nojinho do fundo barrento do mar. Como já era tardinha, fomos logo pra casa fazer um bom churrasco gaúcho.

Parêntese: Pra comprar carne que prestasse, precisamos viajar de novo. Foram km e mais km, desvios e mais desvios, engarrafamentos e mais engarrafamentos para conseguir alguma coisa. Mas deu tudo certo. E o melhor mesmo estava reservado para o dia seguinte.

Acordaríamos e iríamos, de barco, até uma ilha próxima. Uma praia linda, indescritível. Aqueles ambientes únicos, formando um cenário típico para se tirar onda de Cicarelli, de tão calma e deserta que é a praia. Tivemos um muito bom dia… Dia de reis e rainhas.

Voltamos a tardinha e claro, um carreteiro da sobra do churrasco – quer coisa mais gaúcha do que isso – fechou a noite. No outro dia, as seis da manhã já estávamos na estrada. Quem me conhece pode não acreditar nisso, nem eu ainda acredito que acordei a essa hora, mas acordei. Chegamos ao RJ sem problemas e depois de dormir um pouquinho, encaramos a praia de Ipanema. Vida dura, né?

[ContinuaçÃ…]

15/01/2008

 

Daí descemos e comemos algo na “Lancheria Laguna”. Eu me senti em casa, mas com um pouco de saudade do carnaval Lagunense… Pegamos o táxi do Marcus, que era a cara do meu primo Déco, e fomos ao JC, no ar condicionado, passando por vários lugares dos quais o Marcus contava histórias e tals. Paramos num mirante no meio do caminho, muito astral o visual de lá também… Dava até pra ver o Maracanã. Depois, enfim, chegamos no JC. Nós e mais a torcida pela morte do Bush. Credo, era muuuuiiita gente naquele lugar. Nem deu pra tirar foto tranqüilo, mas a vista e a presença do filho da Maria valeram a mão.

 As nuvens estavam abaixo do topo do morro, ou seja, posso dizer que já levei a Camila acima das nuvens. O que posso querer mais? Pra mim até foi uma boa descobrir esse novo lugar pra levar uma mulher. Eu, que sempre fui acostumado a levar as mulheres ao Nirvana! Mas depois da morte do Cobain ficou complicado. Passei então a levá-las ao êxtase, mas a polícia federal começou a apertar o cerco e eu já não sabia mais o que fazer. Agora pronto, levo para mais alto do que as nuvens. Te mete comigo! O Adriano e a Rivana, que estavam conosco nos passeios ao Bondinho e ao Corcovado, na volta mijaram nas meias e ficaram em casa. Nós, guerreiros, fomos pra praia Vermelha, aquela do visual fera. Pegamos um solzinho esperto e voltamos pra Copa, felizes e sorridentes. Bem, depois de toda a correria e tals, a noite fomos pra um barzinho tomar chope e degustar iguarias ruins e muuuuiiito caras, mas tudo bem. Bebemos alguns e voltamos pra nanar, a semana recém estava começando e os planos incluíam o aluguel de dois carros e a ida para Mangaratiba no dia seguinte…

Um ranhento pagando de gatinho…

11/01/2008

Passados os minutos do show de fogos, largamente filmados por mim, despejadas as lágrimas e dados os abraços revelhonísticos, começa o som do DJ Marlboro. Funks pra cá, eletrônicos pra lá e eu com meu gosto musical de 1900 e vovô com dentes, saculejei-me descoordenadamente para acompanhar a multidão. Senti-me bem, parecia entrosado, eu. Até cantei alguns funks, na verdade a última sílaba da última palavra de alguns versos, parecia criançinha cantando, sacam? Mas cantei.

Depois disso vieram as escolas de samba, o sambão correu solto, o álcool começou a subir pra cabeça da galera, a barra começou a ficar mais áspera e resolvemos então nos recolher. Afinal, no dia seguinte tínhamos muitas atividades turísticas: Bondinho, Cristo, etc… isso sem contar o fato de que eu estava com passagem marcada para a madrugada do dia 02, ou seja, teria que fazer os passeios, voltar pra casa arrumar tudo e me tocar pro aeroporto. Por sorte, em meio às atividades, consegui trocar minha passagem para o dia 06/01, agora estava feliz, ficaria com a galera e, principalmente, ficaria com a Camila até o dia 06 desfrutando as maravilhas do Rio.

Dia de turista

 Em pleno dia primeiro demos uma de turista, só faltou a camisetona floriada, pq a máquina fotográfica à tira colo, não faltou. Começamos pelo Bondinho. Coisa louca aquilo, o cara chega pra visitar o bondinho e o assédio dos taxistas é pra te levar ao Cristo. Não entendi bem, achei que era uma concorrência desleal com o pobre do bondinho, que nada mais é do que uma pedrona com um uma caixa de fósforo pendurada nuns cabos de aço. É bonito, mas pô, para competir com o JC, o filho do Homem… aí já é sacanagem.

Ainda assim, preferimos visitar o pedrão e só depois ir ao JC. Porém, já deixamos engatilhado com um taxista a ida ao Cristo. Caralho galera, quem ainda não foi visitar o tal Bondinho, eu aconselho. E não se assustem não, esse bonde não é o do Tigrão, nem tem bandidagem dentro, não rola tiroteio, nem nada. Esse é só alegria e visual, báh, que visual… Vale a pena. Tiramos uma penca de fotos, fiz um book da galera. Filmei vários minutos e curti muito o visual da tal praia Vermelha, lembram do Tim Maia, “Flamengo, Botafogo, Urca, Praia Vermelha…”, pois é, o visual dessa prainha, lá de cima, é o bicho.

Mais histórias…

11/01/2008

[Continuação…]

 

Chegando na areia pensamos que seria uma guerra pra conseguir um lugar à lua, mas não foi, pelo contrário. Instalamo-nos num local próximo à famílias e pessoas bem amenas. Foi legal e fizemos, Camila e eu, pra variar, amizade com os bebês da volta. Se um dia nós tivermos o(s) nosso(s), por favor gente, alertem-nos para o quanto estaremos sendo babões. Sim, pq se pelos bebês dos outros a gente já paga vale desse jeito, imagina quando for o Cledinho e a Justizinha.

Instalados e bem colocados para curtir o espetáculo dos fogos e das luzes, ficamos ali bebericando e sacando fotos, ambientando-nos e namorando, falando coisas ao pé do ouvido, convivendo e dividindo conversas e histórias com os amigos, vivendo enfim. Enquanto isso, nós seis e todas as outras 1.999.994 pessoas, esperávamos a inovação do ano no Reveillon Carioca: A CONTAGEM REGRESSIVA!

Nesse ano a organização preparou tudo para que uma contagem oficial fosse feita e seguida por todos. Espalharam torres de som ao longo de toda a orla marítima, no palco principal alguém daria o ritmo e coordenaria a multidão que em uníssono faria o maior coral de vozes do mundo. Dois milhões de pessoas gritariam juntas e num só momento abraçar-se-iam. Iam. Se não fosse o Mane de uma das balsas de fogos, que, não se sabe pq, apertou o botão de detonação dos fogos da sua balsa dois minutos antes da meia-noite. Isso mesmo, juro! Que imbecil, né?

Surgiram muitas teorias a respeito do fato, mas de concreto mesmo só se sabe que ele nunca mais foi visto. Certamente pulou da balsa e foi a nado pra casa o idiota. Sem cachê, sem emprego e com o peso na consciência por ter comprado um relógio tão vagabundo. Eu acho que ele tomou um porre e perdeu até a noção de tempo ou então ele está tão apaixonado quanto eu e quis detonar logo aquela porra de foguete e nadou a milhão pra areia, para passar a meia-noite de verdade ao lado de sua amada. Pode ser! Eu teria feito isso.

Antes tarde do que mais tarde…

08/01/2008

Estou escrevendo da sala de embarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, são 2:43h e estou sentado no chão, em plena fila… é mole?

Bem galera, espero fazer um bom vôo e poder postar novidades pra vocês de além mar.

Beijos a todos…

Seguinte galera

07/01/2008

Vamos às atualizações quanto à viagem:

Tudo começou dia 31/12/2007, fizemos um churrasquinho lá em casa na companhia do Nane (meu primo) e fomos dormir lá pelas 2 e tanto da matina. Acordamos, por incrível que pareça, em tempo e partimos de táxi pro aeroporto. Até aí tudo certo e nenhuma graça, nenhuma daquelas minhas clássicas histórias onde tudo dá errado, eu me atraso, etc. Aliás, aí está mais um fator positivo de estar com a Camila, as coisas começaram a se ajeitar na minha vida e até meus atrapalhamentos tiraram uma folga.

Chegamos ao RJ e, assim como imaginávamos, pegamos o Frescão* para Copacabana, onde Douglas & Cíntia e Adriano & Rivana nos esperavam com um apê alugado, ao lado do Copacabana Palace, só que de frente pra Av. Nossa Senhora de Copacabana e não pra Atlântica. Só um detalhe. Como minha mala não é nem um pouco pequena, eles nos encontraram na estação Arcoverde*. E já chegaram bebendo, esses cachorros. Itaipava* beeeeem gelada e, claro, dentro dos isopinhas. Afinal o Douglas é um bom discípulo e aprendeu direitinho.

Nesse dia fizemos praia em Copa mesmo, e meus, se negão soltasse tinta nós estaríamos pretos. Nunca vi tanto negão junto… Uma hora cheguei a comentar com a Camila que estava me sentindo no Beira-rio. Hahahaha… (Brincadeirinha, tenho muitos e amados amigos negros, nem pensem em cogitar que essas frases foram preconceituosas, falo só de brincadeira.) Voltamos pra casa depois de longa e exaustiva caminhada de 100 metros até o apê, que barbada!, e fizemos (na verdade a Rivana fez) a ceia da virada. Ficou linda e muito gostosa a comida. Tratamos de tomar um champagne, comer cedo e nos tocamos, lá pelas 23h pra areia.

*Frescão: Linha de ônibus que parte do Aeroporto e vai a diferentes bairros, com ar condicionado e serviço de elite.

*Arcoverde: Estação de metro e parada de ônibus mais próxima do Copacabana Palace, onde nós descemos.

*Itaipava: Uma espécie de Polar sem grife, uma Polar terceiro-mundista que só é vendida aqui no RJ. Boazinha, mas não se compara com a nossa “no export”.