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A (des)humanidade me espanta

17/03/2009

Vê se pode um negócio desses… Vou arrumar um serviço pra ela aqui na Vivo. Aposto que em dois meses ela manda amputar o braço!

 
Admiração pela Vivo faz cliente catarinense tatuar ícones da empresa

O bom relacionamento de uma dona de casa de Brusque (SC) com a Vivo é tanto, que a cliente tatuou sete ícones da Vivo no braço. Neide Maria Montebeller Cecato, de 52 anos, fez a tatuagem colorida há cerca de seis meses.

Segundo ela, a tatuagem causa surpresa nas pessoas, mas mesmo tendo que lidar com a reação dos outros, ela não se arrepende. “Quando saio, todo mundo pergunta se é de verdade. Perguntam se estou fazendo propaganda. Eu explico que não, que queria apenas fazer uma coisa diferente. Como acho muito bonitinho os bonequinhos e tenho um ótimo relacionamento com a Vivo, resolvi fazer”, explica ela.

Depois que decidiu pela imagem do ícone da empresa, ela levou o manual de instruções de seu aparelho da Vivo como modelo para o tatuador copiar e optou por colocar um ícone de cada cor, fazendo a volta no braço. “Ficou estilo tribal. Meu namorado disse que pareço uma índia, mas eu adorei”, diz ela, que tem ainda uma lua e uma estrela tatuadas nas costas e uma sereia tatuada na perna.

Neide é cliente da Vivo desde que comprou celular há cinco anos. Toda família dela e as amigas são clientes Vivo. “Assim é muito bom. Falo com todo mundo pagando mais barato”, completa.

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                   A desgraçada

Dois grandes sustos…

09/03/2009

Nesse momento está ocorrendo uma espécie de sequestro(agora sem trema) em um dos pontos nevrálgicos do centro de Porto Alegre. Um casal, supostamente proprietários de uma empresa prestadora de serviços à Corsan (Companhia Riograndense de Saneamento), mantém o presidente da concessionária do serviço público, Mário Freitas, como refém.

Divulga-se, a princípio, que a ação se deu em função do não pagamento – por parte da Corsan – de valores monetários referentes a obras iniciadas pela empreiteira, mas embargadas pela concessionária para auditoria. Informações preliminares apontam o nome do empresário Marcelo Vargas, um empreiteiro de Canoas, como possível agressor.

Fico pensando, se a moda pega, amanhã vocês ouvirão: Um gerente de agência do banco Real, invade apartamento em Porto Alegre e mantém refém o proprietário do imóvel. O bancário estaria armado e exigindo o pagamento das dívidas do morador Rodrigo Oliveira, junto à instituição financeira.

Mas o pior de tudo não foi isso. Enquanto ouvia a cobertura do “sequestro”, fui ao banheiro e me enxerguei no espelho. Lá estava eu, escovando os dentes do Nuno Leal Maia. Susto!

Céus, como me nasceram tantos cabelos brancos de ontem para hoje? Não encontro respostas para isso. Pois bem, vou ter que partir para a química, creio. Medo!

Bom, agora acaba de ocorrer o desfecho da “cobrança a domicílio” na Corsan. Ficou tudo certo com refém, policiais e agressores. Vou aproveitar e sair correndo daqui, necessito urgentemente de cosméticos. Preciso fazer algo para que amanhã não me veja escovando os dentes do Walmor Chagas. Pavor!

Sazonalidades…

04/03/2009

É engraçado estar em Imbé, na beira do Rio/Mar – já que estou aqui na barra – e ver o “vazio de gente” que se deu no litoral de oito dias para cá.

Daqueles tumultos do trânsito, das exibições de minúsculos biquinis caminhantes, do concurso velado de qual carro é mais caro e mais raro dos janeiros e fevereiros de calor hostil, da concorrência pelo melhor mau gosto nos sons estridentes instalados nesses mesmos veículos – quase sempre caminhonetes, ou carros com portamalas abertos -, da concorrência canina pelo porte das mais grossas correntes de prata(?) nos pescoços de bad bois (sim, com “i” mesmo) mimados e extremamente ofensivos com a boa estética da indústria bijutérica… Agora o que se vê, ou não se vê aqui, são esses ou quaisquer outros tipos de pessoas. Se é que podemos chamar os primeiros de pessoas.

Hoje, só quem está aqui no litoral são grupos da terceira idade ou pobres coitados que precisam trabalhar vistoriando obras de operadoras de telefonia celular litoral afora. Só não me venham com a piadinha de que o segundo caso se enquadra no primeiro, até porque as turmas de velhinhos são formadas, invariavelmente, por uruguaios e argentinos.

Sigo eu aqui, então, na solidão da sazonalidade climática e migratória intermunicipal gauchesca. Fui, vou ali jogar bingo ou medir a altura da mureta da entrada de energia de um novo equipamento da Vivo. Eu mereço!

P.S.: A respeito do comentário da Carmen Lúcia num post antiiiigo, o “Sassaricando”, aqui vai a resposta, cara leitora: http://www.biscoitofino.com.br/bf/catalogo.php?var=sassaricando&x=8&y=9