Archive for the ‘Bobagem, como sempre.’ Category

Quero lá lá lá iá, porque eu tô voltando…

24/09/2016

Teste, teste, testando… ssssom, sssooommm, 1, 2, 3ssss, teste…20141007_092633

Sorria, você está na Bahia…

13/06/2016

Lembro como se fosse hoje!

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Foi no dia que mudamos para nossa primeira morada na Boa Terra…

O mar cristalino e quentinho da Barra lambendo suave a areia, o Farol cantando em tantos carnavais, agora morava no canto direito da nossa sacada.

A avenida onde acontece a maior festa popular do planeta Terra era nosso quintal. Pelo meu histórico de vida festiva – posso estar sendo pouco modesto – mas achei justo!

Caixas e malas ficaram lá, empilhadas pela casa toda. No caos total, em meio a bagunça típica de mudança, tivemos o desprendimento (tipicamente nosso) de deixar tudo como estava e sair a andar pelo bairro dos sonhos.

Na verdade, sem dizer textualmente, sabíamos que se procurava um bar… pois o encontramos!

Nesse dia conhecemos o velho garçon Eugênio, do “Habeas Copos, um barzinho porreta” (slogan deles). Eugênio é nosso amigo até hoje… lembro do Chico que rolava na “vitrola”, da mesa na calçada, do chope a R$ 3,50…
Que bela conjunção de fatores, que Boa lembrança, que saudade!!!

Você já foi a Bahia, nêga não? Então vá!

Chegando lá, passeie pela Barra e encontre um boteco de cadeiras nas calçadas. Sente, peça uma cerveja gelada, um ensopado de moela, jogue conversa fora e sorria, afinal…

Na Bahiiia-iaiá…

26/05/2016

Existe um perfil, no Face eu acho, que apregoa: Ser baiano é outro nível!

Pois olha, em verdade vos digo, o baiano tem mesmo um jeito especial de ser, ver e viver a vida.

Não sei se o jeito do baiano é que faz a Bahia tão única e especial ou se o contrário. Pois, como dizia Caymmi, a Bahia tem um jeito que nenhuma terra tem. Talvez seja ela quem faz o baiano ser como é.

De qualquer forma, tem coisas que só se vê por aqui. Hoje, por exemplo, eu saí cedinho de casa. O destino era o meu bar do Pelourinho. Tinha serviços para realizar lá e tal…

Chegando na praça principal do bairro, a qual eu deveria contornar, vi que lá adiante o trânsito estava bloqueado.

Aqui acho que cabe um parêntese sobre o nome da praça… pois ele também expressa o sincretismo que a Bahia e os baianos carregam em si. Chama-se Terreiro de Jesus. Sou ignorante nas questões religiosas, mas terreiro de Jesus me soa sincrético, não? Fecha parêntese!

Voltando ao assunto… o trânsito estava bloqueado devido a uma missa campal. Celebrada pelo arcebispo primaz do Brasil, dom Murilo Krieger. Te mete!

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Missa campal na igreja dos Clérigos

O ato litúrgico seria seguido de uma procissão!

É exatamente aí que vem a parte curiosa e diferente da história. Pois até um ato tão conservador e tradicional como uma procissão, aqui na Bahia tem sua maneira peculiar de acontecer.

E não podia haver forma mais original e genuinamente baiana do que um trio elétrico para puxar o cortejo religioso.

Não pude ficar até o início da romaria, mas aposto que a banda abriu com:

“… na casa do Senhor, não existe Satanás, xô Satanás, xô Satanás…”

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Trio elétrico pronto para puxar a procissão.

Sentir

26/05/2016

Quem sou eu pra ensinar qualquer coisa nessa vida. Principalmente a amar…

Na verdade eu bem sei: não sou ninguém!

E saber que não sei, tem sido uma máxima em minha vida. Nesses duros e últimos tempos, mais ainda!

Aliás, como a gente aprende com o tempo, não? Aprendemos até a saber que nada sabemos. E como sei disso.

Porém… amar, eu sei que sei!

Foi logo no tema mais sensível e difícil da vida que consegui me letrar. Hoje posso até, rapidamente, ensinar.

Tempo, na vida, é tudo. E nada… Ele acaba, corre, voa, escorre, escoa, some, passa, é massa.

Para amar é preciso, além do olhar: ceder, amadurecer, lavar, ser, ajudar, entender, doar, ouvir, rir, cozinhar, cantar, trabalhar, dormir, dividir, ninar, ferver, conversar, transar, brigar, solidarizar, namorar, somar, dançar, concordar, respeitar, perpetuar, tudo isso, enfim: amar!

Nessa vida, com o tempo, aprende-se tanto que hoje sei…

No amor, seja ensinando a aprender ou aprendendo a ensinar, o importante mesmo é sentir!!!

Saudade onitemporal

11/05/2016

A saudade se faz presente em mim, a qualquer e em todos os tempos.
Tenho saudade de um tempo em que eu nem vivi. Sinto saudade dos bares, da música, dos cassinos, do Brasil de 1940, do Lupicínio nas noites portoalegrenses, do chorinho nas calçadas, dos bondes em que não andei.
Sinto saudade do tempo em que meus pais estavam vivos, e comigo, e por mim. Pois em mim eles ainda estão, e sempre estarão.
Também sofro com a saudade que ainda não chegou. Sinto falta prévia do convívio diário que estou por não ter com a minha afilhada, que ainda está por nascer.
Tenho saudade dos que se foram, e dos que virão sem que eu os conheça.
Sinto saudade dos dias em que vivíamos o sentimento de tempos melhores na vida moderna. Que falta me faz a minha ingenuidade!
Tenho saudade de acreditar no que sei que não vai acontecer. De não saber que tudo está do jeito que está, por culpa de todos nós. Tenho saudade de ter esperança em um futuro, e em pessoas melhores. Acho que só isso me devolveria a vontade de ter o filho que ainda não tive.
Tenho saudade de ter, e de não ter algumas saudades!!!

 

Nos tempos da Faculdade…

15/09/2015

Rapaaaaiz… como passa rápido o tempo!

E que ousadia, viu? Em plena Faculdade de Universidade Católica vocês me entrevistam uma PUTA????
Eu confesso que gostei do manobrista que tira casquinha nos carrões, da camareira de motel, a puta também é um ponto alto, sem dúvida… mas o miserável do projetista de cinema é o melhor!!!!

QuÊÊÊ saudade do meu amigo Darci Alves ao violão… do convívio com essa galera nas aulas e bares… e quÊÊÊ orgulho da escolha do Tiago pela minha frase fechando o texto.

Tô lembrando e rindo aqui… bons tempos!!!!

Nasceu…

15/09/2015

Corriam 29 dias do mês de novembro do ano de 1975, em Guaíba, no Rio Grande do Sul, quando foi bradado pela enfermeira: é macho!
Mais tarde, ao escrivão, disse o pai: Rodrigo Alves de Oliveira.
Era o grande Airton de Oliveira, que informava seu surgimento na terra. Nascer, nasceu. Criar, criou-se… sabe-se lá como. Mas o certo mesmo, é que até hoje vive!
Um eterno fã incondicional de 2 coisas: as boas e as melhores ainda.
Suassunista e Quintaniano doente, lê menos do que podia e escreve mais do que devia!

Maldita gravidade!

15/09/2015

 


 
Quanto tempo faz que a danada da gravidade esvaziou a porção superior da ampulheta que me separava desse espaço?!?!?!
Não sei bem, e nem quero calcular. Tampouco lembrar das vezes anteriores em que me dispus a voltar mais frequentemente aqui.
Promessas passadas e, principalmente as não cumpridas, devem ser esquecidas. Se o santo não me cobrou até agora, eu que não sou um deles é que vou aproveitar pra disfarçar e voltar quietinho, assim como quem não quer nada…
Bem, nos veremos por aqui. Dessa vez, os encontros não tem hora exata, mas têm obrigação de acontecer. Aguardemos!

Amigão… meu e do Limpinho

25/02/2013

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Quase aniversário…

24/05/2010

Hoje abri meus e-mail’s e lá estava um aviso de comentário feito neste blog. Surpreso, fiquei.

Acho que talvez nem eu mesmo lembrasse da existência desse espaço, um humilde endereço eletrônico escondido na combinação inteclada das infindáveis combinações possíveis. Cá jaz, esquecido nas lembranças e perdido no universo dos códigos binários armazenados nos mais remotos servidores www afora.

Como é curiosa, aliás, essa mídia internet. Ao mesmo tempo que esse blog vive seu anonimato internético e até mesmo seu abandono autoral, está vivíssimo e escancarado ao mundo. Acessível a qualquer distância geográfica, cultural, temporal e afetiva. E já que ele aqui – e aí, e lá – está, porque será que eu passei a não mais fazer uso desse rapazinho?

Acho que nesse quase ano que não me relacionei com o blog, não cheguei a sentir falta dele. Tampouco outras pessoas devem ter sentido. Taí algo que vou ficar me questionando nos próximos dias: Porque ter um blog? Porque os tive, e deixei de dar atenção a eles? Quem precisa de quem, eu dele ou ele de mim?

Talvez os blogs verdadeiramente sirvam de bengala aos seus autores. Algumas vezes, em outros tempos, acho que sem eles eu realmente cairia. Bem, fato é, que nos reencontramos. E agora que ando bem sem ele, por consideração e agradecimento, acho que está na hora de retribuir.

Quem sabe nos vejamos mais… eu e ele… vocês e ele… e por conseqüência, vocês e eu… Apesar de achar que, no fundo, isso tudo é simplesmente para fazer com que nos vejamos mais… eu e eu!

Vou indo, está na hora da audição comentada do disco Sem Destino, do Luiz Tatit. Fica a dica, o cara é excelente compositor. Amanhã (ou um dia) eu conto como foi.